Congratulações ao Casal Real William e Kate!

Congratulações ao Casal Real William e Kate!

quinta-feira, setembro 11, 2014

A Inveja

REFLEXÃO DO DIA: A Inveja
Quem nunca sofreu com a inveja? A inveja é uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de outra pessoa, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-las. Veja esta pequena fábula.
Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um vagalume que só vivia para brilhar. Ele fugia rapidamente, com medo da cobra. Fugiu durante um dia e ela não desistia, dois dias e nada da cobra desistir.
No terceiro dia, já sem forças, o vagalume parou e disse à cobra:
Vagalume: Posso lhe fazer uma pergunta?
Cobra: Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar.
Vagalume: Pertenço à sua cadeia alimentar?
Cobra: Não.
Vagalume: Te fiz alguma coisa?
Cobra: Não.
Vagalume: Então por que você quer me comer?
Cobra: PORQUE NÃO SUPORTO VER VOCÊ BRILHAR!

Na sequência, reproduzo para você o texto “Pedras e Frutos” que escrevi para meu livro Atitudes Vencedoras. Ele sintetiza nossa reflexão de hoje.
PEDRAS E FRUTOS
Não se atiram pedras em árvores sem fruto; toda tentativa de apedrejamento visa sempre derrubar os frutos. Inocente ignorância dos apedrejadores, porque, mesmo conseguindo o feito, se esquecem de que os frutos caídos no chão experimentarão o tempo e a decomposição e voltarão a frutificar, de uma ou de outra maneira, pois cada semente dá origem à essência interior que carrega. Já as pedras caídas no chão permanecerão pedras, e as mãos que as atiraram terminarão vazias, tão vazias quanto o coração e a alma das pessoas que lhes ativaram o movimento.
Não permita que a inveja atrapalhe sua vida! Ela só te fará mal se você permitir. Como dizia Mário Quintana: “Todos estes que aí estão atravancando o meu caminho. Eles passarão. Eu passarinho.”
Paz e Alegria,
Carlos Hilsdorf
Página Oficial: Carlos Hilsdorf

Dinheiro

7 regras básicas sobre dinheiro que todos deveriam seguir

SÃO PAULO - Por mais simples que sejam, algumas dicas podem ajudar qualquer um quando o assunto é dinheiro. No site norte-americano de perguntas Quora, o consultor de serviços financeiros Christopher Pollock citou algumas premissas sobre finanças pessoais que todos deveriam saber. Conheça abaixo algumas delas:
1. Gaste menos do que ganhe. Conceito bastante simples, mas muitos ainda gastam mais do que podem e acabam se endividados.
2. Torne seu gasto em um investimento. Até mesmo uma viagem à Disneylândia é um investimento, se pensar em sua felicidade pessoal. Em outras palavras, sempre gaste seu dinheiro (seja em qualquer valor) com um propósito.
3. Sempre expanda seu conhecimento sobre escolhas financeiras. Independente de sua escolaridade, você certamente não aprendeu tudo sobre finanças pessoais. Nunca pare de se informar, continue aprendendo.
4. Não dê ouvidos a falsos profetas. Assim como estar em constante aprendizagem é fundamental para colocar as finanças em dia, não baseie seus objetivos - e como chegar neles - em conselhos de qualquer pessoa, inclusive de familiares e amigos. Em vez disso, ouça profissionais especializados no assunto ou em quem você conheça e confie na área profissional, e não pessoal.
5. Se prepare para a aposentadoria, não dependa do seu empregador. Ainda que importante, poucas pessoas seguem esta regra. Não conte apenas com o INSS pago pela empresa para garantir seu futuro. Planeje sua aposentadoria, guarde dinheiro e invista-o.
6. Cuide de sua saúde. Coma alimentos saudáveis, pratique exercícios físicos e durma oito horas por dia. Essas são regras básicas para ser mais produtivo e saudável.
7. Esteja perto de pessoas que amam você e de quem você ama. Não conviva com pessoas que querem o seu mal ou que sejam muito pessimistas.

quinta-feira, setembro 04, 2014

PARA REFLETIR

Caminhe mais leve pela vida
A caminhada rumo à maturidade das nossas atitudes é longa... Por isso, livre-se do excesso de bagagem. Caminhe mais leve pela vida. Traga somente o essencial, o que vale a pena, o que agrega. Aquilo que ajuda você a viver e a construir as condições para ser feliz.
Se você insistir em levar bagagens em excesso, elas se tornarão muito pesadas e farão com que você acabe abandonando a viagem. Livre-se dos excessos.
E seja humilde: abandone a falsa certeza de que sabe o bastante sobre as coisas, sejam elas simples ou complexas. Afinal, o que é básico, o que é essencial, aprendemos por último.

Compartilhe este texto com as pessoas que ama!
Paz e Alegria,
Carlos Hilsdorf
Página Oficial: @carloshilsdorf

sexta-feira, agosto 29, 2014

Eleições 2014 - DILMA REELEITA JÁ!




"Se eu vou votar em Dilma? Sim!
1 - Sim pelo Prouni.
2 - Sim pelo Pronatec.

3 - Sim pelo Pronaf.
4 - Sim pelo Minha Casa Minha Vida.
5 - Sim pelo Luz Para Todos.
6 - Sim pelo Água Para Todos.
7 - Sim pelo Ciências sem Fronteiras.
8 - Sim pela redução do desemprego a menos de 5%.
9 - Sim pelo pagamento da dívida com o FMI.
10 - Sim pela inflação cortada pela metade.
11 - Sim pelos 30 milhões que não passam mais fome.
12 - Sim pelos 50 milhões que agora tem consulta médica.
13 - Sim pela redução de 20% nas internações em hospitais como efeito do Mais Médicos.
14 - Sim pelo fim do uso privado do dinheiro público em aeroportos e afins.
15 - Sim pelo Brasil entre as 7 maiores economias do mundo.
16 - Sim pelas 18 Universidades Federais construídas.
17 - Sim pelas 370 escolas técnicas construídas.
18 - Sim !! para que o Brasil sombrio de 12 anos atrás não volte mais..."


quarta-feira, agosto 06, 2014

O VOTO, NA CONCEPÇÃO DE RACHEL DE QUEIROZ.

O VOTO, NA CONCEPÇÃO DE RACHEL DE QUEIROZ.
Por: João Bosco Soares dos Santos

EM 1947, A EXCELENTE ESCRITORA RACHEL DE QUEIROZ, QUE INTEGROU A ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS EM 1977, PUBLICOU O ARTIGO A SEGUIR, QUE, EM BOA HORA, PUBLICAMOS NESTE TÃO ÚTIL ESPAÇO:
(ATENÇÃO: A REDAÇÃO É A DA ÉPOCA EM QUE FOI PUBLICADO)
VOTAR (Texto de Raquel de Queiroz. Revista O Cruzeiro, 11 de janeiro de 1947).
Não sei se vocês têm meditado como devem no funcionamento do complexo maquinismo político que se chama govêrno democrático, ou govêrno do povo. Em política a gente se desabitua de tomar as palavras no seu sentido imediato.
No entanto, talvez não exista, mais do que esta, expressão nenhuma nas línguas vivas que deva ser tomada no seu sentido mais literal: govêrno do povo.
Numa democracia, o ato de votar representa o ato de FAZER O GOVÊRNO.
Pelo voto não se serve a um amigo, não se combate um inimigo, não se presta ato de obediência a um chefe, não se satisfaz uma simpatia. Pelo voto a gente escolhe, de maneira definitiva e irrecorrível, o indivíduo ou grupo de indivíduos que nos vão governar por determinado prazo de tempo.
Escolhe-se pelo voto aquêles que vão modificar as leis velhas e fazer leis novas - e quão profundamente nos interessa essa manufatura de leis! A lei nos pode dar e nos pode tirar tudo, até o ar que se respira e a luz que nos alumia, até os sete palmos de terra da derradeira moradia.
Escolhemos igualmente pelo voto aquêles que nos vão cobrar impostos e, pior ainda, aquêles que irão estipular a quantidade dêsses impostos.
Vejam como é grave a escolha dêsses “cobradores”. Uma vez lá em cima podem nos arrastar à penúria, nos chupar a última gôta de sangue do corpo, nos arrancar o último vintém do bôlso.
E, por falar em dinheiro, pelo voto escolhemse não só aquêles que vão receber, guardar e gerir a fazenda pública, mas também se escolhem aquêles que vão “fabricar” o dinheiro.
Esta é uma das missões mais delicadas que os votantes confiam aos seus escolhidos. Pois, se a função emissora cai em mãos desonestas, é o mesmo que ficar o país entregue a uma quadrilha de falários.
Êles desandam a emitir sem conta nem limite, o dinheiro se multiplica tanto que vira papel sujo, e o que ontem valia mil, hoje não vale mais zero.
Não preciso explicar muito êste capítulo, já que nós ainda nadamos em plena inflação e sabemos à custa da nossa fome o que é ter moedeiros falsos no poder.Escolhem-se nas eleições aquêles que têm direito de demitir e nomear funcionários, e presidir a existência de todo o organismo burocrático.
E, circunstância mais grave e digna de todo o interêsse: dá-se aos representantes do povo que exercem o poder executivo o comando de tôdas as fôrças armadas: o exército, a marinha, a aviação, as polícias.
E assim, amigos, quando vocês forem levianamente levar um voto para o Sr. Fulaninho que lhes fêz um favor, ou para o Sr. Sicrano que tem tanta vontade de ser governador, coitadinho, ou para Beltrano que é tão amável, parou o automóvel, lhes deu uma carona e depois solicitou o seu sufrágio - lembrem-se de que não vão proporcionar a êsses sujeitos um simples emprêgo bem remunerado.Vão lhes entregar um poder enorme e temeroso, vão fazê-los reis; vão lhes dar soldados para êles comandarem - e soldados são homens cuja principal virtude é a cega obediência às ordens dos chefes que lhe dá o povo.
Votando, fazemos dos votados nossos representantes legítimos, passando-lhes procuração para agirem em nosso lugar, como se nós próprios fôssem.
Entregamos a êsses homens tanques, metralhadoras, canhões, granadas, aviões, submarinos, navios de guerra - e a flor da nossa mocidade, a êles prêsa por um juramento de fidelidade.
E tudo isso pode se virar contra nós e nos destruir, como o monstro Frankenstein se virou contra o seu amo e criador.
Votem, irmãos, votem.
Mas pensem bem antes.
Votar não é assunto indiferente, é questão pessoal, e quanto!
Escolham com calma, pesem e meçam os candidatos, com muito mais paciência e desconfiança do que se estivessem escolhendo uma noiva. Porque, afinal, a mulher quando é ruim, briga-se com ela, devolve-se ao pai, pede-se desquite.
E o govêrno, quando é ruim, êle é quem briga conosco, êle é que nos põe na rua, tira o último pedaço de pão da bôca dos nossos filhos e nos faz aprodecer na cadeia.
E quando a gente não se conforma, nos intitula de revoltoso e dá cabo de nós a ferro e fogo.
E agora um conselho final, que pode parecer um mau conselho, mas no fundo é muito honesto.
Meu amigo e leitor, se você estiver comprometido a votar com alguém, se sofrer pressão de algum poderoso para sufragar êste ou aquêle candidato, não se preocupe.
Não se prenda infantilmente a uma promessa arrancada à sua pobreza, à sua dependência ou à sua timidez. Lembre-se de que o voto é secreto.
Se o obrigam a prometer, prometa.
Se tem mêdo de dizer não, diga sim.
O crime não é seu, mas de quem tenta violar a sua livre escolha.
Se, do lado de fora da seção eleitoral, você depende e tem mêdo, não se esqueça de que DENTRO DA CABINE INDEVASSÁVEL VOCÊ É UM HOMEM LIVRE.
Falte com a palavra dada à fôrça, e escute apenas a sua consciência.
Palavras o vento leva, mas a consciência não muda nunca, acompanha a gente até o inferno”.

Eu não Presto mas eu te Amo - Jose Roberto - Karaoke